domingo, 23 de novembro de 2008
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
A Clinica

Clinica de Cura Integral
Promoção de abertura: Para fazeres parte da lista de clientes d'A Clinica, basta enviares o teu nome, através deste site, telefone ou e-mail e motivação para a cura.
Modo de funcionamento: O agendamento fica a cargo dos agentes d'A Clinica. Ao enviar(es) o nome, pode(s) referir qual a motivação para a sessão.
Para situações extra-ordinárias, pode(s) contactar-me pessoalmente.
Donativo sugerido: Fé, Luz e Amor *
domingo, 21 de setembro de 2008
A borboleta Alberta e a lagarta Marta, o conto
Sorria a borboleta Alberta entre flores a dançar. Saboreava a recente descoberta, ter asas e poder voar. Uma verdinha lagarta encontrou numa amoreira, era a sua amiga Marta que estava numa grande choradeira.
Tentando animar a infeliz criatura, Alberta pôs-se a entoar as notas da partitura, tons e sons bem afinados repetidos nos lanches partilhados: “Nhac nhac nhac folhas com conhaque, nhic nhic nhic viva este picnic, nhuc nhuc nhuc”... “Como sabes essa canção?” - interrompeu Marta intrigada, “que fiz com a minha amiga que faleceu.”
- Sou eu! A tua amiga Alberta! Aquela por quem choras não está morta, mas bem desperta! Já morei onde moras Marta, mas em breve também voarás e comigo dançarás. Espera algumas luas para teres um par de asas tuas e verás.
- Julgas que sou alguma larva?! Eu não sou nenhuma parva! A Alberta morreu, era assim verde como eu, talvez um pouco mais gordinha... Chamas-me Marta, mas nunca fomos apresentadas e eu estou a ficar farta de conversas mal paradas.
- Mas Marta, sou eu, a Alberta!
- A que me livrou de morte certa?
- Sim, quando o pássaro Álvaro, zangado fez aquele voo rasgado.
Marta conhecia bem a história, mas não, não podia ser.
- Não és a Alberta. Acabou-se a discórdia, nem há mais nada para dizer.
Alberta insiste: “Sei que é difícil acreditar, nem eu podia crer, quando saí da casa que me viste fazer, tinha asas com cores e podia voar. É a mais pura verdade, acredita,
nunca te iria enganar.”
- Peço-te uma vez mais que te vás! Sou lagarta mas tenho o meu orgulho. Sai, vai-te embora, deixa-me em paz.
Alberta sabe que há um tempo para respeitar, mas antes de se ir embora ainda sussurra: “espero-te depois do último luar, para juntas podermos voar.” Sabe que Marta só vai acreditar quando numa borboleta se transformar.
Exausta e enjoada, Marta lagarta até se esquecia da comida que tanto gostava. Para se entreter, resolveu tecer com rapidez desconhecida, uma casa à prova de som e bem camuflada. Quentinha e aconchegada na sua nova morada, a lagarta sossegou e adormeceu num sono muito profundo.
Passaram as luas até que o sol a acordou. Marta fica espantada ao ver que numa borboleta se tornou. Entendia agora a liberdade e a poesia de que Alberta falara naquele dia. Afinal era mesmo ela e estava viva! Marta sorria entre flores a dançar, quando ao longe escutou uma lagarta a chorar.
Elisabete Nunes (Miriam), in "50 histórias de quem foi criança"
Tentando animar a infeliz criatura, Alberta pôs-se a entoar as notas da partitura, tons e sons bem afinados repetidos nos lanches partilhados: “Nhac nhac nhac folhas com conhaque, nhic nhic nhic viva este picnic, nhuc nhuc nhuc”... “Como sabes essa canção?” - interrompeu Marta intrigada, “que fiz com a minha amiga que faleceu.”
- Sou eu! A tua amiga Alberta! Aquela por quem choras não está morta, mas bem desperta! Já morei onde moras Marta, mas em breve também voarás e comigo dançarás. Espera algumas luas para teres um par de asas tuas e verás.
- Julgas que sou alguma larva?! Eu não sou nenhuma parva! A Alberta morreu, era assim verde como eu, talvez um pouco mais gordinha... Chamas-me Marta, mas nunca fomos apresentadas e eu estou a ficar farta de conversas mal paradas.
- Mas Marta, sou eu, a Alberta!
- A que me livrou de morte certa?
- Sim, quando o pássaro Álvaro, zangado fez aquele voo rasgado.
Marta conhecia bem a história, mas não, não podia ser.
- Não és a Alberta. Acabou-se a discórdia, nem há mais nada para dizer.
Alberta insiste: “Sei que é difícil acreditar, nem eu podia crer, quando saí da casa que me viste fazer, tinha asas com cores e podia voar. É a mais pura verdade, acredita,
nunca te iria enganar.”
- Peço-te uma vez mais que te vás! Sou lagarta mas tenho o meu orgulho. Sai, vai-te embora, deixa-me em paz.
Alberta sabe que há um tempo para respeitar, mas antes de se ir embora ainda sussurra: “espero-te depois do último luar, para juntas podermos voar.” Sabe que Marta só vai acreditar quando numa borboleta se transformar.
Exausta e enjoada, Marta lagarta até se esquecia da comida que tanto gostava. Para se entreter, resolveu tecer com rapidez desconhecida, uma casa à prova de som e bem camuflada. Quentinha e aconchegada na sua nova morada, a lagarta sossegou e adormeceu num sono muito profundo.
Passaram as luas até que o sol a acordou. Marta fica espantada ao ver que numa borboleta se tornou. Entendia agora a liberdade e a poesia de que Alberta falara naquele dia. Afinal era mesmo ela e estava viva! Marta sorria entre flores a dançar, quando ao longe escutou uma lagarta a chorar.
Elisabete Nunes (Miriam), in "50 histórias de quem foi criança"
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
A borboleta Alberta e a lagarta Marta, o lançamento
É uma obra da qual sinto incalculável honra em participar e integra contos inéditos de personalidades portuguesas de renome e que reverte a favor da Fundação Rotária.
Muito bem hajas Amiga Inês pela oportunidade e incentivo.
Grata aos Amigos André, Carmo e Vanda.
Mil bençãos e aquele abraço!
Espera em acção
Regresso a Lisboa.
Volto à minha calma casa no Campo.... Grande, junto ao verde... do estádio de Alvalade... devo estar cada vez mais perto de viver mesmo na Natureza e através dela :-) ehehe
Disperso com os milhares de caminhos e possibilidades que fabrica a minha mente, mas minha alma permanece clara. Não há confusão. Já conheço a minha direcção.
Agora, trata-se de prestar atenção, esperar o melhor e atirar-me! Esperar me acção. Prestar atenção, é concentrar, ver os sinais, sentir e saber o momento certo; esperar pelo melhor, visualizar o objectivo, confiar no sucesso e só depois disto agir!
Estou pronta e atenta a esse momento certo. A cura e as terapias, é esse o meu caminho. Sou um canal de cura, Sou Miriam. Sei o que quero fazer e onde quero ir, e isso já é uma graaaaande conquista. Aguardo em escuta o momento certo de agir. E depois de saber e confirmar, logo escrevo para contar :-)
*** Mil bençãos ***
firewalker vs viga de aço
Depois de dobrar a viga de aço com a minha amiga Larissa, caminhar sobre as brasas foi brincadeirinha.
E foi assim que tudo começou
Entrei na sala para o workshop de dança e afinal estava num curso de firewalker (caminhante do fogo). A palavra saiu da boca de Kalid e arregalei os olhos. "Firewalker? então não estou no workshop de dança?" - pensei, e rematei "bem, se calhar é aqui que tenho de estar. afinal não há coincidências não é?" Verifiquei-me e senti-me estar no local certo e permaneci sentada, escutando as instruções e anteriores experiências.
Fase 2
Saímos para a rua, já é de noite. Acedem a fogueira e converso com o fogo, que me diz: "Foste convidada para estares aqui. Se caminhares no fogo muito bem, se não muito bem." Entendi. Estou perante uma iniciação que racionalmente não posso entender.
Antes de iniciar a caminhada, os xamãs exemplificam um outro exercício. Duas pessoas que dobram uma viga de aço, estando esta somente segura na cavidade molinha que temos na garganta. Eu e Larissa, frente a frente, à distância da barra de aço empoleirada nas nossas suaves cavidades, cerca de 2 metros. 3,2,1, pay attention, expect for the best and go for it!! e fomos e abraçamo-nos e dobramos a viga de aço.
acreditam? percebem? eu não, mas aconteceu, foi real!!!
o firewalker foi a seguir, queimei-me na segunda vez que passei no tapete de brasa e sei porquê, não era o momento e eu já sabia. mas fui, então queimei. Viva o professor fogo!
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Feliz e Grata
Vivo felizes e abençoados dias
Sou a vencedora do VII Concurso Literário Rosa Araújo, com o conto: "Psst, Psst, cima ou baixo? A Trofa no grande livro dos relatos secretos das pestanas." As ilustrações foram do João Brilhante. Um trabalho em conjunto que resultou! Mas o júri atribuiu o prémio ilustração a outra concorrente que, agora desenhará o conto premiado... o meu! só para lembrar! eh!
Sou criadora-voluntária no sacred fire (fogo sagrado) do festival Boom. Criamos formas geométricas harmoniosas e plantamos cores, sabores e movimentos. Acordo ao nascer do sol. A picareta, a enxada, sacho, ancinho, são as novas palavras, sempre acompanhadas das luvas. Descansamos na sombra quente, depois do almoço e voltamos à terra. Quem é da terra. Há quem construa casas com fardos de palha, crie o sistema de rega automática, imagine quartos e sala, caminhos e homenagens.
Hoje descanso das viagens. Amanhã espero voltar à minha casa, lar doce lar, agora em forma de tenda armada!
Sou feliz e grata.
Anicca anicca anicca *
* Pali. significa a impermanência.
3 leis da vida: anicca, dukka e anatta, ou seja, tudo é impermanente, a fonte do sofrimentos e tudo é não-eu
domingo, 1 de junho de 2008
viagem no tempo
Voltamos
Ida e volta
Agora e sempre
Geramos o fogo
Ninguém sabe
Tudo pára
Eterno e quente.
Magia? ou serpente?
Ninguém sabe
Oh...!
Tudo pára
Em nós (para mim)
Mudo o rumo
Perco a direcção...
Ou o coração?
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Quidam e a lei
Saí da cadeira, sem ninguém saber. nem eu.
Voei, circulei, dAncei, fui chiNesa, braSileira, portuguesa, trapezista também. ginasta, malabarista, rodopiei, sorriiiiiii, ri, comentei e voltei... a voAr, a dAnçar, subir o pano vermelho, dEScer...
por fim acabou... ohhh aterrei.
Lei verde
Todas as pessoas, crianças jovens adultos velhos deviam ver, pelo menos uma vez na vida, um espectáculo
assim (ou do mesmo género que nos leva ao mundo novo, ontem tudo é possível e magia).
Voei, circulei, dAncei, fui chiNesa, braSileira, portuguesa, trapezista também. ginasta, malabarista, rodopiei, sorriiiiiii, ri, comentei e voltei... a voAr, a dAnçar, subir o pano vermelho, dEScer...
por fim acabou... ohhh aterrei.
Lei verde
Todas as pessoas, crianças jovens adultos velhos deviam ver, pelo menos uma vez na vida, um espectáculo
assim (ou do mesmo género que nos leva ao mundo novo, ontem tudo é possível e magia).
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